ESPECIALIZAÇÃO MÉDICA SUÍÇA: ZURIQUE, MAIORCA, LONDRES, NOVA IORQUE

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Clinicamente editado e revisado por THE BALANCE Esquadrão
Fato verificado

Traumas psicológicos na infância ocorrem como forma de proteção emocional do indivíduo a um evento que o impactou de maneira negativa. Passar por um grande estresse que excedeu a capacidade de enfrentamento da situação é um exemplo, o que pode acabar gerando uma série de conflitos internos que se perpetuam até a idade adulta. E isso pode acontecer mesmo que a pessoa não tenha conhecimento do fato.

A resposta ao trauma ocorre de maneira diferente em cada indivíduo, mesmo que estes tenham passado por situações parecidas, cada um responde de uma forma diferente. Essas respostas irão se apresentar no futuro, em alguns casos a pessoa nem mesmo se lembra do ocorrido como medida de proteção psicológica.

Por isso, é muito preocupante quando este trauma ocorre na infância, pois é uma das fases mais importantes na vida de alguém, sendo o período em que se desenvolvem as conexões cerebrais e se estabelecem as bases para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo. 

Por esta razão, traumas durante esta fase podem deixar marcas profundas, já que essas experiências podem permanecer no indivíduo quando este alcançar a fase adulta, principalmente de forma negativa.

Esse período deveria ser um momento feliz e estimulante para a criança para seu desenvolvimento pleno. Contudo, a infância também pode ser um momento conturbado, especialmente quando uma criança é exposta a experiências traumáticas que podem impactar de forma profunda e duradoura.

Isso pode acabar trazendo futuros prejuízos psicológicos, principalmente se não forem tratadas corretamente, influenciando negativamente a saúde física e mental da pessoa traumatizada.

Porém, é importante frisar que nem todas as experiências traumáticas resultam em traumas que irão se enraizar e afetar a qualidade de vida futura do indivíduo, pois as crianças também podem ser resilientes e desenvolver essa capacidade de lidar com as emoções e superar o trauma. 

No entanto, se a criança tiver uma boa rede de apoio e o acompanhamento profissional qualificado, esse processo poderá ocorrer de forma mais pacífica, onde irá trabalhar a identificação de suas emoções e qual a melhor maneira de lidar com elas.

Desse modo, por ser um período difícil e desafiador, o auxílio de um profissional nesse processo faz total diferença, porque proporciona um ambiente seguro e acolhedor que corrobora na superação e melhor entendimento de emoções e pensamentos. Isso ajuda influenciando a autopercepção e conhecimento da criança sobre si mesma, de modo que a mesma pode desenvolver habilidades para lidar com o trauma de forma mais saudável.

Os traumas de infância são experiências dolorosas e podem surgir de várias causas, por exemplo:

  • Abuso físico, sexual ou emocional;
  • Negligência;
  • Invalidação de sentimento;
  • Divórcio dos pais ou separação;
  • Doença ou morte de um familiar;
  • Desastres naturais ou eventos traumáticos;
  • Abandono ou rejeição;
  • Mudanças frequentes de casa ou escola;
  • Pobreza e privação.

Os traumas podem afetar a saúde mental a longo prazo, por isso, é importante lembrar que cada criança é única e reage de maneira diferente a situações traumáticas. Portanto, é fundamental oferecer apoio e cuidado adequados para cada caso, buscando encontrar o tratamento mais indicado para as necessidades e particularidades da criança.

Traumas de infância podem se manifestar de várias maneiras, incluindo problemas emocionais, comportamentais e físicos. Geralmente isso ocorre como medida de proteção para a criança evitar lembrar ou revisitar o local onde ocorreu o trauma, estando em constante estado de alerta para obter sucesso nesta tarefa. Assim sendo, esses sinais aparecem por meio de diversos comportamentos, como:

  • Sentimentos de tristeza ou depressão;
  • Ansiedade e medo excessivos;
  • Comportamento agressivo;
  • Isolamento social e dificuldade em fazer amizades;
  • Problemas de sono e pesadelos;
  • Mudança de apetite;
  • Comportamentos regressivos;
  • Problemas na escola;
  • Problemas de saúde física, como dor crônica ou doenças psicossomáticas;
  • Dificuldade em se concentrar ou prestar atenção.

Por isso, é importante estar sempre alerta ao comportamento da criança, pois esta mesma pode ainda não saber pedir ajuda, então é fundamental buscar respeitar seus momentos de fala, mesmo que o contexto pareça irreal, ela poderá estar tentando se comunicar de alguma forma.

Os traumas de infância podem ter consequências graves e duradouras para a saúde mental e emocional de uma pessoa. Como, por exemplo, as crianças que sofrem traumas de abuso físico ou sexual podem desenvolver transtornos de ansiedade, depressão, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e problemas de relacionamentos, tanto individual como em grupo, os quais podem aparecer mais tarde na vida da pessoa.j

Traumas de infância rejeição e abandono podem levar a problemas de autoestima e confiança, bem como dificuldade em estabelecer e manter relacionamentos saudáveis. Isso porque será difícil confiar em outras pessoas e o sentimento de insuficiência poderá se perpetuar, onde dificilmente o indivíduo sentirá que é bom o suficiente para as pessoas ou para certas situações.

É importante lembrar que as consequências dos traumas de infância podem variar de pessoa para pessoa e dependem da gravidade do trauma, bem como da forma como a criança foi amparada após o evento traumático, por isso, é importante que a criança esteja em acompanhamento psicoterapêutico. 

Dessa forma, o indivíduo poderá processar melhor a situação e receber a ajuda necessária para que consiga absorver a informação e aprender a lidar com ela de modo menos agressivo.

É um processo difícil e desafiador, mas é possível com o tratamento adequado, sendo a psicoterapia um dos tratamentos mais eficazes para traumas de infância. A psicoterapia ajuda os pacientes a identificarem e modificarem padrões de pensamento negativo e comportamentos disfuncionais que podem estar ligados ao trauma.

Com isso, atua ajudando o paciente a lidar com as emoções e sensações associadas a ele, empoderando e atribuindo autonomia à criança. Outra opção é a terapia de grupo, que também propicia um ambiente segundo onde outras pessoas que passaram por situações parecidas possam se apoiar.

Em suma, a melhor dica para quem busca por como superar traumas de infância é, sem dúvidas, contar com o auxílio de profissionais qualificados, seja para lidar com o trauma ainda na infância, ou para processar os acontecimentos de anos atrás já na fase adulta. 

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